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User Reviews
Mônica Medeiros
Esse foi o primeiro mangá boys love que li, sempre tive receio porque muitas histórias desse gênero são bastante fetichizadas. No entanto, Joy retrata a homossexualidade com bastante realismo e não hesita em falar disso abertamente. A descoberta da sexualidade por um dos personagens é feita de maneira bastante sutil e aberta para algumas interpretações mais amplas. Eu, por exemplo, interpreto que o mesmo seja demissexual e possivelmente gay. Existe sim um certo nível de estereotipação, mas nada que afete demais a leitura ou que chegue a ser incômodo.
Mateus Bandeira
foi pra um caminho bem diferente do que eu esperava, mas ainda assim fiquei bem satisfeito com mangá. tem momentos muito bonitos, e ainda que balanceie com momentos bem caricatos. fofo demais, e provavelmente lerei a sequência.
Ana
mi primer manga wiiii super cute me ha encantado!!
Piah
PASSO MAL LINDO DEMAIS
Ester
Gô Okazaki es un mangaka que hace shôjo manga bajo el pseudónimo de Ponko Tsuda. Tiene 26 años y que va a cumplir 10 años como mangaka profesional. Como ayudante tiene a Yûsuke Akune, de su misma edad, que se dedica a hacer tiras cómicas para niños. Gô siempre va al apartamento de Akune a trabajar cuando necesita concentrarse o su ayuda, por ello no duda en entrar en la casa del chico como si fuera la suya propia, tal y como ha hecho otras veces. Pero, en esta ocasión, se encuentra a Akune con otro hombre en la cama. Es entonces cuando Gô se entera de que Akune es gay. Ese hecho no hace que Gô sienta repulsa o nada malo en contra de su ayudante, todo lo contrario: despierta su completo interés y le hace todo tipo de preguntas. A partir de ese momento, Akune y Gô irán intimando más, algo que no habían hecho hasta ese momento, sobre todo cuando la editora de Gô le dice a este que si quiere hacer un BL para conmemorar su década como mangaka. Gô acepta, aunque no sabe nada del género o es incapaz de ponerse en la piel de un homosexual. Será ese el motivo por el cual, llegado le momento, decidirá fingir que está enamorado de Akune para ser capaz de trasmitir el sentimiento de amar en secreto en su obra. ¿Pero y si eso fuera real y no fingido?
Aunque es un boys love, JOY es una obra que trata más el tema de ser mangaka y los sentimientos en general que no tanto el romance entre nuestros dos protagonistas. Siendo muy slice of life, cosa que me encanta, la obra gira entorno a la cotidianidad de dos mangakas que trabajan codo con codo y que, al final, al pasar tantas horas juntos y demás desencadenantes, comienzan a intimar cada vez más y más. Porque los sentimientos que experimenta o que tiene Gô guardados en el fondo de su ser son el punto fuerte de JOY, una obra muy psicológica en cuanto a que son los personajes la clave y no tanto el argumento de la trama.
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Estrella
3.75⭐
Lara Peres
2.5
meh. beeeeem mais ou menos. em momentos um dos personagens, que é gay, falava coisas como “ei não me toque, você sabe que sou gay” ?? achei bem meia boca e superficial.
新新 Xin-Xin
最近就是一直看日本人上澡堂
elli elli
Fofo demais, embora eu tenha achado o desenvolvimento tanto do enredo quanto do casal um pouco estranho, me passando uma sensação meio incompleta e muito rápida, não posso deixar de apreciar um BL que não se apoia em lemons para tentar mostrar o desenvolvimento do casal e que foca também neles como pessoas individuais(ainda que isso tenha ocorrido realmente apenas com o Go). Na verdade grande parte do que me fez gostar desse mangá foi o Go, que é um personagem muito...humano? Ele conseguiu me fazer desenvolver uma sincera empatia e afeição por ele, algo que não é comum ocorrer comigo em obras curtas como essa. A arte é bonita , e com traços muito limpos, sem uma riqueza de detalhes (o que em minhas experiências, pode servir apenas para deixar os desenhos poluídos de muita informação). Um BL ótimo para uma leitura rápida, sem muito estresse, com um relacionamento saudável e personagens interessantes.
Larissa
É uma história bem fofinha, mas não é nada demais. Gostei de como a autora tratou o tema da homossexualidade com bastante realismo, mas ela poderia ter desenvolvido melhor a descoberta do Go. Eu acho que ele é demissexual, mas na história dá a entender que ele "virou" gay(isso não existe). Enfim, uma história leve e engraçada pra passar o tempo.
Henri Neto
Joy foi o meu primeiro contato com um mangá do gênero Boy's Love, e definitivamente foi uma boa forma de adentrar nas histórias desta categoria. Com uma arte simples, porém bonita, Etsuko constrói o cotidiano de Go e de Akune, dois mangakás que trabalham juntos a algum tempo mas que vão ter o relacionamento entre eles transformado depois que Go recebe um convite de sua editora para criar um Boy's Love e, sem experiência no assunto, resolve projetar sentimentos por Akune para dar mais veracidade em sua narrativa.
Obviamente, Go acaba percebendo como isto vai deixar as coisas confusas. E é à partir deste ponto que a Mangaká vai construindo a história de seus personagens, apresentando aos leitores muito momentos adoráveis, algumas situações bem clichês com relação a desentendimentos e também o desabrochar de Go da concha social que havia criado desde os tempos de escola. É sim uma abordagem bem simples do assunto, que vez ou outra caminha no limiar do que pode ser considerado problemático ou não na situação (em vários aspectos, devido a um contexto cultural), mas ainda assim o mangá cativa e passa a sua mensagem de forma clara e bem doce.
Joy só não se tornou um favorito pois, apesar de concluir todos os conflitos que se propos a abordar, eu senti que a autora poderia sim ter prolongado um pouco mais a história por mais algumas páginas. Ainda assim, foi um leitura fluída, cativante e muito gostosa de se fazer.
Guilherme Smee
Estava aqui me decidindo quantas estrelas dava para este mangá boys love. Um mangá boys love, é claro, como o nome diz, traz relacionamentos entre meninos ou homens, mas com o detalhe de que são voltados para meninas. Assim como seu parente próximo, o yaoi (que envolve sexo), o casal sempre é formado por um homem mais masculino e outro mais feminino. Neste BL temos como protagonista Go, um mangaka de shoujo - mangás para meninas, não necessariamente BL - que se apaixona pelo seu ajudante de desenho, que é mais másculo que ele. Nesse ínterim, de muuuuuuiiitaaaas inseguranças, incertezas, trapalhadas, gafes e possíveis triângulos amorosos, esbarro na diferenciação cultural. Não apenas de como os japoneses encaram os relacionamentos, que para mim é bem estranho, mas como um mangá que é para meninas vê um relacionamento entre dois homens, que é ainda mais estranho. Mas é um estranho que me gera uma curiosidade antropológica de querer consumir e saber mais sobre. Isso é muito divertido nesse caso. Por isso, além de três estrelas resolvi dar quatro para o mangá Joy e continuar entendendo esse fenômeno no Joy Second, quando adquirir.
Isadora
Eu não consigo enxergar um defeito nesse mangá, é extremamente divertido é singelo e é tocante. Me identifico um pouco com as inseguranças do Gô, me emociono com ele se entendendo só depois de adulto, com a forma que ele e o Akune se apaixonam e por mais que você queira abraçar os dois e só por ambos num potinho, a história não deixa de ser engraçada e leve, de forma que parece passar num piscar de olhos e mesmo assim que eles levaram um tempinho pra chegar até o final. Eu amo esse mangá, nada que eu diga faz jus a ele.
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